domingo, 28 de fevereiro de 2010

Atelier de Teatro (parte 1)






Um teatro na escola
No dia 23, terça-feira, quando viemos à escola, vieram aqui umas senhoras que vinham fazer um teatro connosco. Trouxeram muitas roupas, mascaras, adereços, etc. Depois, fomos escolher as roupas que queríamos vestir, para o teatro.
A seguir fizemos o teatro. Foi assim:

Uma princesa ia com o seu cavalo a passear, de repente, uma raposa apareceu e deitou a garras ao cavalo. A princesa foi pedir ajuda à bruxa:
- Senhora bruxa, pode ajudar a livrar-me da raposa? – Perguntou a princesa muito aflita.
- Claro que sim – respondeu a bruxa que estava ali por perto.
Assim, a bruxa fez desaparecer a raposa, e transformou-a num rato. A princesa agradeceu muito à bruxa, e convidou o rato e a bruxa a darem o passeio junto. Mais adiante, a Branca de Neve e uma outra princesa andavam, a passear, também por aqueles lados. Quando iam a passar, apareceram-lhes à frente uns extraterrestres:
- Ahhhhhhhhhh! Um extraterrestre! Ahhhhhhhhhh! - Disseram a Branca de Neve e a princesa.
- Não vos quero assustar. Eu andava a passear e a minha nave espacial caiu e partiu-se. Podem ajudar-me a reconstruí-la? – Perguntou o extraterrestre com alguma esperança que o ajudassem.
- Claro que te ajudamos – disseram a Branca de Neve e a princesa – de que é que precisamos?
-Precisamos de metal – respondeu o extraterrestre muito contente.
- Onde podemos encontrar metal – perguntaram todos em conjunto.
- Eu acho que posso fazer um feitiço! – disse a bruxa.
Assim foi, a bruxa fez aparecer metal, para a parte de metal. Faltava o banco onde se iria sentar. Não sabíamos onde havíamos de arranjar um banco. Pensamos quem era a pessoa mais velha que nos pudesse ajudar. Fomos chamar a velhinha mais próxima. Ela lá nos ajudou, colocando o chapéu de uma princesa como banco. Nós agradecemos à velhinha e ela foi-se embora. Ainda faltava combustível para a nave trabalhar. Por sorte, ia a passar uma princesa do Egipto, que tinha muito combustível. Ela viu-nos todos reunidos, e perguntou:
- Olá! O que estão a fazer? – Perguntou a princesa curiosa.
- Olá. Estamos a reconstruir a nave espacial, mas falta-nos combustível. – dissemos todos nós.
- Ah, vocês têm muita sorte, pois eu tenho muito combustível. – disse a princesa muito contente por ajudar.
- Muito obrigada, princesa, fico muito agradecido. – Disse o extraterrestre muito feliz.
A princesa do Egipto foi-se embora, de seguida o extraterrestre também
e a Branca de Neve e a sua amiga princesa, continuaram o passeio. Nós também continuamos a nossa caminhada.

Atelier de Teatro (parte 2)




Numa seara, do outro lado da estrada, estava um espantalho a conversar com uma raposa, durante algum tempo. A seguir um lobo apareceu e começou a correr atrás da raposa até a apanhar.
A bruxa não conseguia ficar quieta, sem fazer um feitiço. E, como sempre, toca a fazer magias. Fez um feitiço para o lobo de ir embora. A raposa agradeceu-lhe. A bruxa e os seus acompanhantes continuaram a seu passeio.
Mais adiante, um esqueleto com um machado veio ao pé de nós:
Ahhhhhh! Que bicho é este! Ahhhhhh! – Disseram todos com muita aflição.
- Não vos quero assustar, uma bruxa enfeitiçou-me e transformou-me neste feio bicho, – Disse o esqueleto muito triste – preciso de uma bruxa para me transformar de novo em menino. A bruxa lá o fez, transformou-o no menino que era antes. Para surpresa de todos, afinal era uma menina muito gira. A menina, agradeceu muito à bruxa, e foi para casa. Nós continuamos o nosso caminho.
A velhinha vinha também a passar, e pediu que a transformasse numa jovem. A bruxa não podia recusar e realizou o feitiço. A jovem agradeceu imenso e foi à sua vida. Nós continuamos o passeio.
Vitória, vitória, acabou-se a história!
Foi assim que se realizou o nosso teatro!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O Carnaval na nossa escola



O Carnaval na nossa escola, este ano foi muito divertido.
Tudo começou com o fabrico das nossas máscaras. Primeiro tivemos de fazer um molde usando gesso e uma máscara de compra. À primeira vez correu mal, mas depois o molde ficou bom. Então, aplicamos plástico de embalagens de detergente no molde e depois de aquecidas, ficavam com a forma da máscara. De seguida foram pintadas de acordo com o projecto que tínhamos desenhado antes.
No dia 12, sexta-feira, viemos mascarados e fomos todos para o Jardim de Infância de Moitas Gaiola onde nos esperavam os meninos também mascarados. Entramos a cantar a música “ Indo eu, indo eu a caminho de Viseu”. Sentámo-nos e começámos, a ouvir músicas para o desfile que tínhamos planeado. Começaram os meninos do Jardim de Infância a desfilar, de seguida fomos nós. No fim do desfile fez-se a votação para os mais originais. Quem ganhou foi uma menina do Jardim, vestida de joaninha, e uma aluna da nossa escola, vestida de índia.
Mais tarde, tivemos uma surpresa, pois estavam crepes à nossa espera, com doce, com chocolate e com gelado de nata.
Depois de comermos os crepes fomos brincar um pouco e viemos embora muitos satisfeitos.
Só foi pena que o Tiago não tenha podido estar connosco.
(Composição colectiva 3º e 4º anos)